quarta-feira, 8 de junho de 2016

À DESCOBERTA DE MOLDES DE FÓSSEIS, NO LABORATÓRIO DA ESCOLA!

O que são fósseis?

Observámos uma coleção de réplicas de fósseis de vários tipos 
de organismos e com processos de fossilização diferentes.

Exemplo de fósseis de organismos extintos:
As amonites.....
- animais marinhos, viviam dentro de uma concha espiralada, 
 pertencentes ao grupo dos moluscos;
- surgiram na Era Paleozóica ( +/- 355 milhões de anos, no Período Devónico);
- extinguiram-se na Era Mesozóica (  +/- 65 milhões de anos, período Cretácico), simultaneamente com os dinossauros.

Para saber mais sobre as amonites: 
https://mundopre-historico.blogspot.pt/2011/03/ammonoidea.html

Tal como sabemos que as amonites habitaram o nosso planeta em Eras Geológicas passadas através dos moldes preservados nas rochas, podemos simular o processo de formação destes fósseis por moldagem.

Material:
- plasticina ( ou gesso ou pasta de moldar)
- concha marinha
- pincel
- óleo alimentar

Procedimento:
A - Para obter molde externo:
1- Moldámos a plasticina.
2- Com um pincel, untámos com óleo a parte externa da concha;
3- Pressionamos a conha contra a plasticina.
4- Retirámos a concha com cuidado.

B – Para obter molde interno:

1- Repetimos o procedimento do ponto 1.A.
2- Untámos com óleo a parte interna da concha
3- Preenchemos o interior da concha com plasticina.
4- Separámos a concha da plasticina.
Questão para  discussão:
- O que pretendemos simular com a plasticina/gesso?
- Como fazer um contra molde de um molde externo?

Alunos participantes: 
Daniel Silva( 7ºD); João Sousa( 7º D); Nuno Moura( 5ºG); Francisco Ferreira( 5º G);Renato Silva ( 5º H); Rodrigo Saudades ( 5º E) e João Couto ( 5º E). 
Fotógrafo: Daniel Silva ( 7º D).

domingo, 5 de junho de 2016

À DESCOBERTA DE FÓSSEIS, EM TORRES VEDRAS!

O documentário “ Os nossos dinossauros” , da Sociedade de História Natural, de 2015, apresenta vários aspetos importantes no estudo da paleontologia, dos quais destacamos: 
- Valorização do nosso património geológico;
- Trabalho de campo dos investigadores portugueses na Praia Azul, em Torres Vedras;
- Técnicas utilizadas no laboratório para retirar os fósseis das rochas;
- Reconstituição dos dois tipos de dinossauros ( carnívoro e herbívoro) e das tartarugas (marinhas e de água doce)  que viveram na zona estudada;
- Museu Municipal “Leonel Trindade” que apresenta uma amostra dos principais fósseis encontrados.

Link para visualização: 

Também recomendamos uma notícia do "Telejornal" sobre a descoberta de ovos de dinossauros, na Lourinhã, em 2013.

Link: 


sexta-feira, 20 de maio de 2016

À DESCOBERTA DAS LEVEDURAS!

O que são leveduras?
Qual a sua importância?

Experiência 1: 

- Juntámos à farinha de trigo,  2 colheres de levedura fresca e um pouco de água. Amassámos  e adicionamos um pouco de açúcar.

- Colocámos a mistura no mini forno eléctrico ("Patusca"). 


- Passados cerca de 30 minutos obtivemos um pão delicioso, levemente doce, que todos provámos e aprovamos.






Qual a causa do crescimento da massa?



              Experiência 2 : 
- Em dois recipientes de vidro com bucal estreito, A e B, colocámos duas 
 colheres de levedura fresca e dissolvemos com água morna. 
- Na montagem B adicionámos duas colheres de açúcar. 
- Na montagem A inserimos um balão azul e na B um balão verde. 
- Esperámos cerca de 40 minutos e registamos os resultados.
- O balão verde aumentou de tamanho;  
- O balão azul manteve-se inalterado. 
- Observámos  muita espuma na suspensão do recipiente com o balão verde; 
- No recipiente com o  balão azul não foi registada a formação de espuma. 

Porquê esta diferença de resultados?


Concluímos que as leveduras na presença de açúcar libertam um gás responsável 
pelo aumento de volume do balão.
Surgiram outras questões: 
Que gás é este?
 Poderemos identifica-lo?



Experiência 3: 
- Retirámos o balão verde, da montagem A, e inserimos num tubo 
de ensaio com água de cal (indicador da presença de CO2 ). 

Verificámos que a água de cal ficou turva na presença do ar do balão.
Assim, identificámos o gás no interior do balão:  dióxido de carbono.

Quando retirámos os balões dos recipientes de vidro, identificámos
a presença de um cheiro a álcool no recipiente B e não sentimos este 
odor no recipiente A. 

Concluímos que as leveduras transformam o açúcar em etanol
(ou  álcool etílico)  e dióxido de carbono, em condições de ausência 
de oxigénio. Este processo designa-se por fermentação alcoólica. 

Experiência 4:
Observámos ao microscópio uma gota de suspensão de leveduras.

Pela observação microscópica (ampliação de 400 x) registou-se o seguinte: 

-  as leveduras são constituídas por uma única célula ( seres unicelulares), com forma redonda;


- algumas estavam a dividir-se formando um gomo na sua superfície, processo de reprodução assexuada.

As leveduras são utilizadas na produção do pão devido ao dióxido de carbono que libertam e que o torna leve e macio.

Também são utilizadas na produção do vinho e da cerveja pois formam álcool durante a fermentação. 

Participantes: Daniel Silva( 7º D), João Sousa( 7ºD); Nuno Moura ( 5º G); Francisco Ferreira ( 5º G).
Fotógrafos: Daniel Silva( 7º D) e João Sousa ( 7º D). 

domingo, 15 de maio de 2016

Celebração do dia Internacional do girassol

No dia 2 de maio relembrámos  o Dia Internacional do girassol.

Fizemos a colheita de sementes de girassol.



Num balde, misturámos solo com composto,
argila , alguma água e sementes de girassol.





Moldamos esta mistura em forma de  bolas 
pequenas.




Escolhemos um sítio  e semeamos as nossas 
"bombas de sementes".


Assinalámos os locais das sementeiras com alguns desenhos.

A coordenadora do Projeto hortas urbanas em ambiente escolar (PHUAE),
Alcina Dourado, explicou-nos  como nasceu a ideia da “jardinagem de guerrilha".
Em 1973, em Nova York, um grupo designado por " Green Guerilla"
transformou um lote privado abandonado num jardim o qual ainda hoje 
é cuidado por voluntários e tem a proteção do departamento de parques 
da cidade.

Participantes: João Sousa ( 7º D) , Nuno Moura( 5º G),  Francisco Ferreira ( 5º G) e vários alunos das turmas do 5º ano. 
Fotógrafos: João Sousa ( 7º D), Nuno Noura (5º G) e Francisco Ferreira(5º G).

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Convite para a Comemoração do Dia Internacional do Girassol

- Aprender a fazer  "bomb seed" ou bombas de sementes.
- Saber o que é a "jardinagem de guerrilha".




































Entrada livre para  todos os interessados.
Dia 2 de maio,,13.30h, Estufa da Escola Secundária do Lumiar.



sábado, 16 de abril de 2016

As primeiras flores da Horta da Secundária do Lumiar, em Abril

No dia 11 de abril, o Clube de Ciências, visitou a Horta da Escola Secundária do Lumiar, com a colaboração da coordenadora do Projeto Hortas Urbanas em Ambiente Escolar, Alcina Dourado.
Uma das plantas analisada foi a Borragem cujas flores são azuis e comestíveis, em saladas e sopas.

A planta é muito ramificada.

Os caules e as folhas têm pêlos finos. 

Da semente da Borragem é extraído óleo que é muito utilizado na produção de medicamentos e suplementos alimentares. 





 

A flor da Borragem apresenta um corante azul muito bonito que pode ser extraído.  












Outra planta analisada foi a " Chaga".
As suas folhas e flores também  são comestíveis, 
apresentando um toque picante e
um sabor final idêntico ao agrião. 
Os alunos provaram e gostaram!
Em agricultura biológica é considerada uma das 
melhores "plantas armadilha" porque exerce uma 
enorme atracção por pulgões, que a chegam a 
cobrir totalmente.








Flor da "Chaga"


Alunos: Daniel Silva (7º D, responsável pelas fotografias) João Sousa (7º D), Nuno Moura (5º G) e Francisco Ferreira 
(5º G).

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Sessão de 11 de abril - Construção de um minhocário

No dia 11 de abril, os alunos do  Clube de Ciências, em parceria com o projeto de hortas urbanas em ambiente escolar (PHUAE), realizaram  uma atividade de construção de um “minhocário” com o objetivo de observar e estudar as minhocas bem como a sua função na decomposição da matéria orgânica. 

Foram utilizados 3  garrafões de plástico, cortados  e encaixados uns nos outros, com a ajuda de fita cola.
Um garrafão foi cortado para  servir de base. 




 Um  segundo garrafão foi furado na parte inferior 
 para permitir a escorrência do material de  decomposição das minhocas. 

Uma das tampas foi também furada para que as minhocas pudessem respirar. 














Antes da colocação dos restos de comida ....


















Depois da colocação dos restos orgânicos ...














                                             

... e de terra com minhocas..


















Nas próximas semanas vamos acompanhar o comportamento  destes animais tão importantes para a reciclagem dos restos de comida e formação de fertilizante para o solo.


Alunos participantes: João Sousa (7º D) ; Daniel Silva(7º D) ; Francisco Ferreira (5º G) ; Nuno Moura(5º G)